RENTABILIDADE ROUBADA.
SIMULADOR FGC · V5 / FORK INDEPENDENTE

Quanto custa a quebra
de um banco?

Simule a cobertura do FGC, o custo de esperar, a redução de rentabilidade e o IR. Compare o risco assumido ao prêmio efetivamente recebido.

Instituições necessárias
—
Conglomerados independentes
CDI médio contratado
—
Média ponderada pelo capital aplicado
Maior saldo bruto projetado
—
Limite individual: R$ 250.000

Comparação · patrimônio líquido

Perda total versus carteira sem quebra—

Inclui espera, taxa, IR e eventual cobertura insuficiente

Vantagem versus CDB conservador—

Créditos na liquidação—
FGC disponível / indenização—
Não coberto no cenário—

Quanto da quebra a carteira suporta?

Ponto de equilíbrio do risco
Quebras suportadas sem perder vantagem—
Primeira quantidade com vantagem negativa—
Prêmio extra com o cenário atual—

Quebras simuladas simultaneamente, da maior para a menor taxa. É um teste de cenários, não probabilidade de falência.

Por que o retorno diminuiu?

Decomposição líquida após IR
01 / Tempo sem remuneração —
02 / Troca para 100% do CDI —
03 / Efeito tributário —
04 / Insuficiência da cobertura —

Detalhamento banco a banco

Saldo projetado, líquido, CDI equivalente e decomposição das perdas.
InstituiçãoCDI contratadoAplicaçãoBruto sem quebra Saldo final após IRCDI efetivo Perda: esperaPerda: 100% CDIEfeito: IREfeito: teto FGCPerda total

Premissas, cobertura e limitações

A cobertura individual é de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e conglomerado, incluindo juros acumulados. O limite agregado é de R$ 1 milhão em indenizações durante quatro anos. Indenizações anteriores podem reduzir a disponibilidade. A simulação usa uma única liquidação simultânea de bancos independentes e elegíveis; não confirma elegibilidade de emissores reais.

CDI estimado = SELIC − 0,10 ponto percentual; taxa constante, capitalização composta e tributação regressiva simplificada de 22,5%, 20%, 17,5% e 15%. Os rendimentos são calculados com anos fracionários aproximados. A indenização bruta é distribuída proporcionalmente entre os bancos que quebraram apenas como convenção de simulação. Caso a espera ultrapasse o horizonte, o valor pendente aparece separado e não como perda definitiva.

A decomposição das perdas é sequencial: primeiro o impacto tributário da interrupção, depois o tempo parado, depois a troca para 100% do CDI e, por fim, a parcela eventualmente não indenizada. As categorias dependem da ordem desta decomposição e não equivalem a gastos cobrados pelo FGC.

Simulador educacional. Não é recomendação de investimento nem garantia de pagamento ou de data de recebimento do FGC. Para o relatório, use “Gerar relatório PDF” e salve como PDF na janela de impressão.