Comparação · patrimônio líquido
Inclui espera, taxa, IR e eventual cobertura insuficiente
Quanto da quebra a carteira suporta?
Ponto de equilíbrio do riscoQuebras simuladas simultaneamente, da maior para a menor taxa. É um teste de cenários, não probabilidade de falência.
Por que o retorno diminuiu?
Decomposição líquida após IRDetalhamento banco a banco
Saldo projetado, líquido, CDI equivalente e decomposição das perdas.| Instituição | CDI contratado | Aplicação | Bruto sem quebra | Saldo final após IR | CDI efetivo | Perda: espera | Perda: 100% CDI | Efeito: IR | Efeito: teto FGC | Perda total |
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Premissas, cobertura e limitações
A cobertura individual é de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e conglomerado, incluindo juros acumulados. O limite agregado é de R$ 1 milhão em indenizações durante quatro anos. Indenizações anteriores podem reduzir a disponibilidade. A simulação usa uma única liquidação simultânea de bancos independentes e elegíveis; não confirma elegibilidade de emissores reais.
CDI estimado = SELIC − 0,10 ponto percentual; taxa constante, capitalização composta e tributação regressiva simplificada de 22,5%, 20%, 17,5% e 15%. Os rendimentos são calculados com anos fracionários aproximados. A indenização bruta é distribuída proporcionalmente entre os bancos que quebraram apenas como convenção de simulação. Caso a espera ultrapasse o horizonte, o valor pendente aparece separado e não como perda definitiva.
A decomposição das perdas é sequencial: primeiro o impacto tributário da interrupção, depois o tempo parado, depois a troca para 100% do CDI e, por fim, a parcela eventualmente não indenizada. As categorias dependem da ordem desta decomposição e não equivalem a gastos cobrados pelo FGC.